Maioria dos alunos em clínica médica de cirurgia que se ferem não refere a ocorrência

Estudo realizado nos EUA

02 julho 2008
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A maioria dos estudantes, que efectuam a Clínica Médica de Cirurgia, e que se fere durante a prática das intervenções cirúrgicas não reportam as ocorrências, refere um levantamento realizado nos EUA e publicado no “The New England Journal of Medicine”.
 

 

A urgência é o principal motivo mencionado pelos alunos para explicar os ferimentos. Entre as razões mencionadas para não informarem sobre os ferimentos está o facto de que fazê-lo era demorado; poderia ameaçar as perspectivas de carreira e causaria embaraços perante os colegas.
 

 

Além disso, prevalece na especialidade a crença de que é impossível impedir uma infecção mesmo que seja administrado o tratamento médico imediato.
 

 

O levantamento, feito em 2003, foi conduzido por investigadores das universidades Johns Hopkins e Georgetown, e envolveu 699 estagiários de cirurgia em 17 centros médicos dos EUA.
 

 

De acordo com o trabalho publicado, as conclusões sugerem a necessidade de reforçar as medidas de protecção recomendadas.
 

 

Entre as medidas destinadas à redução de infecções está o uso de dois pares de luvas cirúrgicas, o emprego de bisturis eléctricos, clipes e cola em vez de instrumentos afiados, uso de listas de verificação pós-operatórias e um aumento do número de enfermeiros e médicos assistentes nas cirurgias, a fim de reduzir a carga de trabalho dos cirurgiões.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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