Maior mortalidade associada à distância das Urgências médicas

Estudo publicado no “Emergency Medicine Journal”

03 setembro 2007
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Um aumento de dez quilómetros, em linha recta, da distância onde se encontra o doente até chegar a um Serviço de Urgência representa um acréscimo de 1% na mortalidade, revela um estudo inglês publicado no “Emergency Medicine Journal”.
 

 

Preocupada pelo facto da reestruturação dos serviços de emergência poderem implicar, para os doentes, um aumento do risco de vida, quando o percurso se torna mais longo até aos serviços hospitalares, a Associação Britânica de Medicina de Emergência estudou os casos de 10 315 pacientes em risco de vida (excluindo paragens cardiorrespiratórias). Estes foram transportados por quatros serviços de ambulâncias do National Health Service.
 

 

A conclusão do estudo, publicado no último número do “Emergency Medicine Journal”, revela que existe um aumento do número de mortes (1% da taxa de mortalidade) quando a distância aumenta em dez quilómetros em linha recta.
 

 

Perante este dado, e em declarações ao jornal “Correio da Manhã”, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) apela ao ministro a reflectir, uma vez que “que está empenhado na reestruturação das Urgências”.
 

 

Fontes: Correio da Manhã e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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