Mães portuguesas dão gorduras pouco saudáveis aos filhos

Estudo sobre o consumo em Portugal

07 maio 2008
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As mães portuguesas não sabem a diferença entre “gorduras boas” e “gorduras más”, revela um estudo da empresa de informação e media Nielsen.
 

 

O estudo, realizado em Fevereiro de 2008, entrevistou mães portuguesas, entre os 25 e os 45 anos.
 

 

Os resultados revelam que 76% das mães inquiridas ainda acredita que a manteiga (origem animal e rica em gordura saturada) é mais saudável que as margarinas (origem vegetal e rica em gordura insaturada). Ou seja, 91% das mães entrevistadas elege a manteiga ou queijo (49%) para colocar no pão, enquanto apenas 38% avalia a margarina, ou creme vegetal para barrar, como a opção mais saudável.
 

 

Um pequeno-almoço baseado em leite e pão com manteiga é, na opinião de 61% das mães questionadas, uma refeição saudável. Aliás, 91% da amostra prefere a manteiga, uma gordura de origem animal, rica em gordura saturada ou trans.
 

 

O estudo identificou ainda outras incoerências entre o que as mães sabem e as opções que tomam na altura da compra e do consumo. Se bem que 77% das mães entrevistadas reconhece que as margarinas têm origem vegetal, uma boa gordura e isenta de colesterol (51%), a verdade é que na altura da compra optam pela manteiga e pelo queijo, gorduras saturadas, com colesterol e sal.
 

 

Na verdade, as mães entrevistadas consideram a manteiga mais saborosa (91%) e saudável (76%), mais nutritiva (86%) e com maior teor de cálcio (86%) e vitaminas (65%). Apenas 18% sabe que as margarinas são mais saudáveis e somente 6% identifica as margarinas como gorduras mais saudáveis.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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