Luva óptica e sensor reeducam dedos dos tetraplégicos

Investigadora portuguesa é a autora da tecnologia

09 fevereiro 2005
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Uma investigadora portuguesa desenvolveu uma luva de fibras ópticas e um sensor que permitem avaliar com exactidão a amplitude dos movimentos e a força dos dedos dos tetraplégicos, constituindo um auxiliar valioso na recuperação destes doentes.
 

 

Os instrumentos inovadores estão a ser usados nos pacientes com tetraplegia seguidos no Centro de Medicina Física e Reabilitação da Região Centro - Rovisco Pais, na Tocha (Cantanhede), onde desenvolve o seu trabalho a técnica Mónica Cameirão, investigadora da Universidade de Aveiro (UA).
 

 

«A luva permite medir a flexão de um determinado dedo e avaliar o movimento em termos quantitativos, através de um software que torna possível obter um registo diário em computador», explicou à Agência Lusa a engenheira do Departamento de Física da Universidade de Aveiro.
 

 

Além de permitir avaliar a evolução da amplitude do movimento dos dedos nos tetraplégicos, ou em pacientes com limitações semelhantes, a luva serve como exercício terapêutico.
 

 

Mónica Cameirão adiantou à Lusa que desenvolveu o software da luva de fibras ópticas no âmbito do projecto de final de curso da licenciatura em Engenharia Física na UA e que está agora a aperfeiçoá- lo, a par com o sensor de força, para a sua tese de mestrado em Física Aplicada.
 

 

Fonte: Lusa
 

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