Linhas de apoio à sexualidade não funcionam no horário...

... e dão 20% de respostas erradas

26 maio 2005
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Ligar para uma linha telefónica de apoio à sexualidade em Portugal pode ser um autêntico jogo de azar depois de acertar num número que esteja efectivamente atribuído e no seu horário de funcionamento, tem-se 39 por cento de hipóteses de não ficar esclarecido e, pior ainda, de ser incorrectamente informado em 20 por cento dos casos. Erros que podem estar na origem de gravidezes indesejadas - e consequentes recursos ao aborto clandestino - e de infecções por VIH não despistadas e, portanto, transmissíveis.
 

 

O estudo «Apoio Sexual em Linha» - da autoria de Ana Catarina Castro, Bárbara Campos, Filipa Vieira e Joana Almeida, da Faculdade de Medicina de Lisboa - procurou averiguar a qualidade do atendimento e da informação transmitidas pelas linhas telefónicas na área da sexualidade. Uma investigação que abordou temas da contracepção, de emergência ou não, às doenças sexualmente transmissíveis e incluiu a realização de perto de duas centenas de chamadas.
 

 

Leia tudo em: Jornal de Notícias
 

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