Linha Saúde 24 vive “caos organizativo”

Oito fundadores da linha escrevem carta a ministra da Saúde

20 outubro 2008
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Oito supervisores do Saúde 24, fundadores da linha de atendimento telefónico 808 24 24 24, escreveram uma carta à ministra da Saúde denunciando o "caos organizativo" do serviço e pedindo a Ana Jorge uma intervenção rápida, para bem dos utentes.
 

 

A notícia veiculada segunda-feira pelo jornal “Correio da Manhã”, foi refutada pela Direcção-Geral de Saúde (DGS) que rejeita as críticas e alega que a qualidade do atendimento e o interesse público estão salvaguardados. “Asseguramos que a qualidade e o interesse público estão acima de qualquer outro interesse”, afirmou à agência Lusa, o responsável da DGS pela linha, o enfermeiro Sérgio Gomes.
 

 

A linha Saúde 24 atende uma média de 1.600 chamadas diárias. “É natural que haja interesse da operadora em ter lucro. Nós, Direcção-Geral da Saúde (DGS), marcamos a diferença no cumprimento da qualidade do serviço público. Asseguramos que a qualidade e o interesse público estão acima de qualquer outro interesse”, adiantou o mesmo responsável.
 

 

Questionada pela Lusa, à margem da apresentação do relatório final sobre Cirurgia de Ambulatório, a ministra da Saúde, Ana Jorge disse não saber exactamente quais são as falhas apontadas pelos supervisores daquele serviço. "A avaliação que se fez junto de quem recorre à linha é que o serviço tem corrido bem", afirmou Ana Jorge.
 

 

A ministra adiantou que a Direcção-Geral de Saúde (DGS) está a trabalhar junto do responsável pela linha para fazer uma avaliação da situação, lembrando que a Saúde 24 é uma parceria público-privada.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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