Lésbicas querem reprodução assistida

Marcha Nacional do Orgulho contra a descriminação

20 junho 2004
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 As lésbicas, gays e bissexuais não permitirão «a adopção de uma lei de procriação medicamente assistida» que os exclua, avisaram ontem em conferência de imprensa. Isto, porque defendem que têm direito a ter filhos, ao casamento e uniões de facto e a não serem discriminados. Dia 26 marcham por estas reivindicações e sob o lema: «Pela diversidade, contra a discriminação, também somos Europa.A alusão à Europa justifica-se porque os não heterossexuais dizem que Portugal está a afastar-se da UE em termos de políticas antidiscriminatórias e contra a directiva sobre igualdade de tratamento no emprego e no trabalho. O princípio da não discriminação em função da orientação sexual ficou consagrado na última revisão da Constituição (artigo 13), mas não foi acompanhado por leis avulsas, afirmaram dirigentes da Ilga Portugal, Clube Safo, Panteras Rosas, Não Te Prives, Rede Ex-Exequo e Associação para o Estudo e Defesa do Direito à Identidade de Género, na apresentação das iniciativas para 2004.A Marcha Nacional do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgénero (LGBT), entre o Marquês de Pombal e o Rossio, em Lisboa, é organizada este ano em seis filas. Tantas quantas as cores do arco-íris que os simboliza e cada uma versando um tema: homoparentalidade; casamento e união de facto; RMA, educação sexual nas escolas, discriminação no trabalho, e a lei anti-homofobia. No dia em que se celebra o orgulho nacional gay, 28 de Junho, realiza-se o Arraial Pride, no Parque do Calhau, Monsanto.Fonte: Diário de Notícias

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