Lesão decorrente da epidural é rara

Estudo publicado no “British Journal of Anaesthesia”

15 janeiro 2009
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O maior estudo feito até à data sobre o uso da epidural e anestesia espinal na cirurgia revela que o risco de lesão permanente decorrente da prática é reduzido.
 

 

O trabalho publicado no “British Journal of Anaesthesia” analisou dados dos registos hospitalares do Reino Unido referentes à prática num total de 700 pessoas. Todas as pessoas foram acompanhadas durante um ano para verificar a gravidade dos problemas decorrentes da epidural e da anestesia espinal.
 

 

O estudo concluiu que o risco de lesão permanente (independentemente da sua gravidade) é de 1 em 23-50 mil casos. O trabalho revela também que a probabilidade de se ser gravemente ferido durante o procedimento é de 1 em 20 mil. O risco de paralisia decorrente da prática é entre duas a três vezes menor do que o de sofrer qualquer lesão permanente.
 

 

No que se refere ao recurso à epidural no parto (quer seja normal quer seja cesariana), a probabilidade de danos permanentes é ainda mais baixa: os cientistas reforçam que “a estimativa mais pessimista” é de uma em cada 80 mil mulheres.
 

 

Tim Cook, consultor de Anestesia no Royal United Hospital, disse ao sítio EurekAlert que o estudo traz uma maior tranquilidade para os pacientes. Além disso, acrescentou, “é provável que esse estudo se torne na estimativa mais completa sobre estas complicações que, apesar de raras, podem ser catastróficas”.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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