Italianos preferem sedução a sexo

Compras é o mais gratificante para os habitantes de Hong-Kong

21 janeiro 2002
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O que os homens italianos mais desejam é...seduzir as mulheres. Segundo um estudo publicado recentemente no jornal Il Messaggero, cerca de seis em cada 10 homens italianos colocaram a sedução em primeiro lugar na lista de coisas que mais desfrutam na vida. Para estes latinos, refere o estudo, vale a pena gastar muito dinheiro para seduzir com sucesso.
 

 

E para que a corte seja bem feita, os italianos dizem-se dispostos a gastar tudo o que seja necessário para ganhar o objecto, ou os objectos, de seu desejo. Jantares em restaurantes elegantes, comprar jóias ou carros desportivos ou iates são alguns dos exemplos dados por quem se pode dar ao luxo destes gastos.
 

 

O gozo que os bens materiais podem dar a quem os oferece é maior do que as próprias relações sexuais, refere a sondagem, realizada com homens entre 30 e 50 anos.
 

 

Sexo ao almoço
 

 

 

Mas se analisarmos com atenção as sondagens sobre a vida sexual dos italianos também descobrimos que, ambos os sexos, preferem ter as suas aventuras extra-conjugais durante a hora do almoço. É que, segundo refere uma outra sondagem citada pela Reuters, tanto homens como mulheres alegam que esta é a melhor hora para não interferir com as suas vidas privadas. Mas não é tudo. A hora do almoço também é a indicada porque lhes dá tempo adicional para recuperar a potência sexual para a noite.
 

 

Como diz o ditado: no melhor pano cai a nódoa... Em Agosto, uma outra sondagem vem refrear a virilidade italiana.
 

Segundo apontam os números, os homens italianos estão a perder os impulsos sexuais à medida em que as mulheres são sexualmente mais agressivas. Referem as estatísticas que quase 40 por cento disseram, nessa ocasião, que mantinham relações sexuais com as suas mulheres contra a sua vontade. E que cada vez tinham mais receio dos ímpetos sexuais das companheiras.
 

 

Esta poderá muito bem ser a explicação para os dados de um outro estudo publicado recentemente. Quatro em cada 10 homens italianos dizem-se infelizes nos seus casamentos e têm poucas relações sexuais, que não duram mais de uma hora, a cada 15 dias.
 

 

Moradores de Hong-Kong preferem ir às compras
 

 

E se as sondagens italianas são muito contraditórias em relação à prática sexual, sobre os moradores de Hong Kong os números não deixam margem para dúvidas. Segundo um estudo elaborado por uma marca de preservativos mundialmente conhecida, os habitantes de Hong Kong preferem fazer compras a sexo. Nada de admirar, se imaginar-mos o mundo de lojas que proliferam pela cidade. Outra novidade é também o local onde preferem ter sexo: o escritório. Para alguns especialistas, esta preferência deve-se ao facto de
 

 

o trabalho ser a principal forma de vida, que absorve feriados e fins-de-semana. “E se eu tenho que passar o dia todo no escritório, seria melhor se eu pudesse fazer sexo aqui e voltar a trabalhar novamente”, aponta um entrevistado.
 

 

Por isso não é de espantar que apenas três por cento dos entrevistados disseram indicaram o sexo como a sua maior fonte de prazer. A sondagem apontou ainda uma diminuição na frequência de actos sexuais por ano em Hong Kong: de 84 em 2000 para 63 em 2001.
 

 

Paula Pedro Martins
 

MNI - Médicos Na Internet
 

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