Investigadores portugueses recebem salários inferiores à média da UE

Estudo da Comissão Europeia

22 novembro 2007
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Em Portugal, os investigadores recebem, em média, 29 mil euros anuais, menos sete mil do que a média dos 25 Estados da União Europeia (UE), revela o Estudo das Remunerações dos Investigadores dos Sectores Público e Privado, divulgado pela Comissão Europeia.
 

 

O estudo é resultado de um inquérito feito a cerca de 10 mil investigadores, no qual foram consideradas as respostas de quem dedica pelo menos metade do seu tempo à investigação.
 

 

Se estes valores forem comparados com os dos EUA, Austrália ou Japão, as disparidades ainda são maiores. Em média, um japonês ganha 68.872 euros/ano. Dentro da UE, as variações são imensas: na Letónia, o país com a remuneração anual mais baixa, o valor é de dez mil euros; do outro lado da tabela está o Luxemburgo, com quase 64 mil euros anuais.
 

 

No caso português há grandes diferenças entre quem está no sector público e no privado: Um investigador numa empresa pode ganhar 22.673 euros anuais, ao passo que se estiver ligado ao ensino superior o seu salário sobe para os 27.495. Mas é nos laboratórios do Estado que estes profissionais são mais bem remunerados, com uma média anual de 39.893 euros.
 

 

O estudo indica ainda que em Portugal existe uma diferença superior a 35% entre os salários dos homens e das mulheres. O mesmo acontece na República Checa e na Estónia.
 

 

Fontes: Público e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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