Investigação analisa riscos da utilização de sangue armazenado há mais de duas semanas

Estudo publicado no “New England Journal of Medicine”

26 março 2008
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Utilizar o sangue armazenado há mais de duas semanas aumenta o risco de complicações pós-operatórias e reduz a taxa de sobrevivência dos pacientes sujeitos a Cirurgia Cardiotorácica, alerta um estudo publicado no “New England Journal of Medicine”.
 

 

Os pacientes sujeitos a cirurgia cardiotorácica, que receberam transfusões de sangue armazenado há mais de duas semanas, correm um risco 30% superior de sofrerem complicações graves ou mesmo morrer, alerta o estudo.
 

 

Estas conclusões reforçam a ideia, partilhada por vários especialistas, de que o sangue se deteriora com o passar do tempo. Embora não esteja ainda comprovada a razão para esta deterioração, os investigadores sugerem que está relacionada com a carência de químicos que auxiliam no transporte de oxigénio. Mediante uma análise a seis mil pacientes, sujeitos a intervenção cirúrgica cardiotorácica, os cientistas verificaram que os indivíduos que tinham recebido sangue antigo apresentavam uma taxa de sobrevivência mais reduzida e um índice de complicações pós-operatórias mais elevado.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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