Internet: Farmácias virtuais pouco seguras

Deco alerta para preço dos produtos até mil por cento mais caros

12 março 2002
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Os medicamentos adquiridos através da Internet podem
 

custar até mais mil por cento do que na farmácia, além de que a transacção on-line não é segura, denunciou a Deco -
 

Associação Portuguesa dos Direitos do Consumidor.
 

 

Segundo um estudo realizado pela equipa da revista da Deco
 

dedicada a assuntos da saúde - a "Teste Saúde" -, cujos resultados estão publicados na edição de Março/Abril, "actualmente não existem mecanismos que garantam a qualidade, segurança e eficácia" dos medicamentos adquiridos via Internet.
 

 

"Alguns são pagos e não chegam ao destinatário. Os que
 

chegam, por vezes, estão mal acondicionados, têm o folheto
 

informativo em língua estrangeira ou não são acompanhados de
 

qualquer informação", concluiu a equipa da "Teste Saúde".
 

 

Os técnicos da revista visitaram várias farmácias virtuais
 

na Internet e encomendaram 16 produtos, dos quais sete não
 

chegaram, apesar de o valor de dois deles ter sido debitado no cartão de crédito pouco tempo após a realização da encomenda.
 

 

Dos nove produtos que chegaram, dois foram interceptados
 

na alfândega portuguesa, mas acabaram por chegar ao destinatário. "Isto, apesar de a lei portuguesa proibir a venda de medicamentos fora das farmácias...", lembra a equipa da "Teste Saúde".
 

 

Fonte: Lusa
 

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