Insulina de acção lenta e a terapêutica com bombas infusoras

Governo vai comparticipar a 100% terapias para diabéticos

17 novembro 2007
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O Governo vai comparticipar a 100% a insulina de acção lenta e a terapêutica com bombas infusoras usadas por diabéticos, segundo o secretário de Estado da Saúde, Francisco Ramos, em declarações ao jornal Público.
 

 

Esta medida, conhecida no Dia Mundial da Diabetes, que se assinalou na semana passada, entra em vigor em Janeiro e, de acordo com o Ministério da Saúde, vai beneficiar "alguns milhares de doentes".
 

 

As bombas infusoras de insulina vão chegar a apenas cerca de 100 diabéticos por ano num horizonte de cinco anos, segundo escreve o jornal.
 

Actualmente, são apenas cerca de 150 pessoas a usar esta terapêutica devido aos elevados custos: mais de três mil euros para as bombas e entre 100 a 150 euros por mês para os consumíveis.
 

 

Segundo o Ministério da Saúde, a comparticipação da insulina de acção lenta custará 3,7 milhões de euros só em 2008, mas no final desse ano deverá ser revisto o acordo feito com o laboratório que comercializa o medicamento. Com a comparticipação das bombas infusoras, o Ministério irá gastar 537 mil euros no primeiro ano.
 

 

A par dos apoios a estas terapêuticas, foi criado um novo programa de prevenção e controlo da Diabetes, que entrou na semana passada em vigor, e que aposta na intensificação dos programas de rastreio e no reforço do papel dos médicos de família.
 

 

Fonte: Público
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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