Instituto Ricardo Jorge perde «caso do pó amarelo»

Funcionária reclama indemnização por responsabilidade civil extra-contratual

28 abril 2003
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O Instituto Ricardo Jorge perdeu em tribunal o caso do «Pó Amarelo» que nos anos 90 terá provocado problemas de saúde a uma sua funcionária, que acusou a instituição de não proteger os trabalhadores de «graves problemas ambientais» entre 1991 e 1996.
 

 

Fátima Teixeira reclama uma indemnização por responsabilidade civil extra-contratual do Estado, devido aos problemas de saúde que apresenta e que alguns especialistas chamam de «sensibilidade múltipla a químicos».
 

 

Maria de Fátima não pode, nomeadamente, partilhar um elevador com alguém que use perfume, não pode estar perto de detergentes ou de uma casa pintada de fresco.
 

 

O director do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (Insa), João Borges Lavinha, disse à Lusa que está a analisar a hipótese de recorrer da sentença que condena a instituição no caso do «Pó Amarelo».
 

 

Contactado pela Agência Lusa, João Lavinha recusou-se a tecer mais comentários, adiantando apenas que o advogado do Insa está a «estudar a sentença» e só depois o Instituto decidirá se avança ou não com um recurso da decisão judicial.
 

 

O julgamento do caso de Maria de Fátima Teixeira, que alegadamente contraiu uma doença no Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, teve início a 21 de Maio do ano passado no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa.
 

 

Fonte: Lusa
 

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