Instituto Português do Sangue apela à dádiva de sangue raro

Situação é normal para a época

29 agosto 2016
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O presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) apelou à dádiva de sangue, nomeadamente dos tipos mais raros (0 e A negativos), mas garantiu que a situação “é normal para a época”.
 

Hélder Trindade falou à agência Lusa a propósito do anúncio de várias sessões de colheita que a Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro (ADASCA) agendou para setembro, tendo em conta as reservas de sangue dos tipos mais raros.
 

O presidente do IPSS referiu que atualmente existem reservas destes tipos de sangue para cinco dias, o que “é normal para a época” de férias, em que se costuma registar uma quebra nas dádivas.
 

Hélder Trindade explicou que, tendo em conta um consumo diário médio de 42 unidades, como existem 300 unidades em armazém, as reservas dão para cinco a seis dias, quando a situação ideal, e que deverá registar-se em breve, é de seis a sete dias.
 

Devido às quebras habituais desta época do ano, Hélder Trindade apelas aos dadores, nomeadamente os que não são regulares, para doarem o seu sangue e assim garantirem que as reservas não baixam.
 

Ainda assim, o presidente do IPSS ressalvou que as reservas são maiores (para 17 dias) se for contemplado o sangue que consta dos hospitais, que efetuam as suas próprias colheitas.
 

“Não estamos numa situação dramática”, referiu Hélder Trindade que confia no altruísmo dos dadores para garantirem que os níveis das reservas deste tipo de sangue, bem como dos outros, não diminuem.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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