Indigentes utilizados no ensino...

... e na investigação

17 outubro 2004
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Todos os anos, os mais de 200 cadáveres que ficam nas morgues nacionais sem serem reclamados são usados no ensino médico e na investigação científica, noticia na semana passada a Rádio Renascença (RR). De acordo com a emissora, mais de metade dos cadáveres que chegam às morgues nem chega a ser identificada e pertencem, sobretudo, a imigrantes, sem abrigo e toxicodependentes, que terminam a vida numa situação de marginalidade. Em declarações à RR, fonte dos serviços do Instituto de Medicina Legal do Porto afirmou que são «estes corpos que garantem depois o ensino médico e a investigação científica». A mesma fonte acrescentou ainda que ainda assim, nem todos os cadáveres têm uso para a ciência e muito poucos portugueses deixam expressa, em vida, a autorização de doação do seu corpo.  Fonte: Diário Digital

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