Índices de mortalidade associados à cirurgia do fígado diminuíram

Declarações do Director do Serviço de Cirurgia dos HUC

14 abril 2011
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Os índices de mortalidade associados à cirurgia do fígado diminuíram nestes últimos anos devido aos “aperfeiçoamentos técnicos”, dá conta o cirurgião Francisco Castro e Sousa dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).
 

Em declarações à agência Lusa, o professor da Faculdade de Medicina de Coimbra referiu que “há dez anos, 30 a 40 % de mortalidade nesta cirurgia não era nada de anormal. Hoje, com mais de 5%, o centro deve fechar”. Esta é uma evolução positiva que resulta de vários “aperfeiçoamentos que se foram somando”.
 

Castro e Sousa disse que actualmente “a cirurgia do fígado na patologia benigna pode fazer-se já sem mortalidade”. E mesmo o índice de mortalidade para a cirurgia sobre fígado são é praticamente inexistente. Mas também na cirurgia do fígado doente, que regista alguma mortalidade, verificou-se uma redução para números que são globalmente inferiores a 5%”, acrescentou.
 

Por outro lado, o médico defendeu  que o recurso ao dador de fígado vivo, “uma situação que é discutida e tem problemas éticos que devem ser postos em equação”, é igualmente “uma técnica que permite salvar doentes, embora com a generosa doação de um dos familiares”.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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