Incontinência Urinária afecta 650 mil portugueses

Dados de um inquérito nacional

14 março 2006
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A incontinência urinária afecta quase 650 mil portugueses, a maioria dos quais mulheres, estando a forma mais frequente de perda de urina associada à realização de esforço físico, revela um estudo financiado pela Associação Portuguesa de Urologia (APU) e pela Associação Portuguesa de Neuro-Urologia e Uroginecologia.
 

 

Os números, resultantes de um inquérito telefónico realizado em Dezembro e Janeiro deste ano a uma amostra de 550 pessoas, indicam que 90,7 % das pessoas já ouviu falar da patologia e que 81,6 % está preocupado com a possibilidade de vir a sofrer da doença.
 

 

A comunicação social tem sido o meio privilegiado de divulgação de informação sobre a doença (62,5 soube dela através dos media), mas 31 % dos incontinentes afirma necessitar de mais informação. As pessoas questionadas que sofrem de incontinência urinária afirmam que a doença as obriga a adoptar novos hábitos de higiene pessoal, nomeadamente o de ter sempre consigo fraldas ou pensos de substituição. Um dado positivo apurado pelo estudo está no facto de mais de metade dos inquiridos (58,8 %) já ter procurado tratar a doença, nomeadamente através de consultas médicas.
 

 

A partir dos dados obtidos, estima-se que o número máximo de incontinentes em Portugal seja de 643 mil, dos quais 264 mil são homens e 378 mil mulheres.
 

 

Fonte: Lusa
 

MNI- Médicos na Internet
 

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