Impacto dos factores socioeconómicos na avaliação do estado de saúde

Estudo Instituto de Estudos Demográficos da Universidade de Coimbra

17 agosto 2008
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Os factores socioeconómicos, como a prevalência para o desemprego, são aqueles que revelam maior impacto no estado de saúde auto-avaliado, revela um estudo da investigadora Helena Nogueira do Instituto de Estudos Demográficos da Universidade de Coimbra, que analisou a população da área metropolitana de Lisboa.
 

 

De acordo com o estudo, citado pelo jornal “DN”, "estar empregado melhora o estado de saúde, uma vez que a probabilidade para os indivíduos se dizerem satisfeitos neste campo aumenta 68% no grupo dos empregados."
 

 

"A probabilidade de auto-avaliações negativas do estado de saúde é 47% maior para indivíduos pertencentes às categorias ocupacionais de menor estatuto, como os trabalhadores manuais", segundo o estudo.
 

 

Por outro lado, o factor escolaridade é aquele que mais vincadamente influencia o estado de saúde, com as percepções negativas a aumentarem quase para o dobro no caso dos que têm apenas quatro ou menos anos de escolaridade.
 

 

Altamente positiva, mais 73%, é a avaliação feita por aqueles que praticam exercício físico e que não fumam. Mas também a participação cívica e política pode interferir positivamente no estado de saúde, já que nas áreas de maior abstenção eleitoral, a auto-avaliação negativa do estado de saúde sobe 15,5%.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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