Imagens cerebrais podem ver hipóteses de melhoras na dislexia

Estudo publicado na revista PNAS

31 dezembro 2010
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As imagens cerebrais realizadas a adolescentes com dislexia podem identificar, com uma precisão de 90%, o que poderá ser melhorado ao longo do tempo na capacidade da leitura, sugere um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

 

Trata-se do primeiro estudo a apontar para os mecanismos específicos do cérebro que lidam com a capacidade de superar os problemas de leitura, facto que pode conduzir a novas maneiras de ajudar os disléxicos a aprender a ler melhor.

 

Para a investigação, cientistas liderados por Fumiko Hoeft, da Universidade de Stanford, EUA, usaram testes de ressonância magnética funcional e um tipo especializado de ressonância magnética por imagem, chamado tensor de difusão, para monitorizar a actividade cerebral de 25 adolescentes que sofriam de dislexia e 20 adolescentes sem a condição, enquanto realizavam tarefas de leitura. Os participantes tinham cerca de 14 anos.

 

Os adolescentes foram reavaliados novamente 2,5 anos mais tarde. Entre os adolescentes com dislexia foram observadas melhoras nas capacidades de leitura entre aqueles cujos primeiros exames ao cérebro mostraram uma maior activação da área cerebral denominada giro frontal inferior direito durante uma tarefa específica de leitura e naqueles cuja matéria branca que liga a região frontal direita estava mais organizada.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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