Imagem de Ressonância Magnética pode detectar progressão da Esclerose Múltipla

Estudo publicado na revista "Radiology"

21 setembro 2007
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Investigadores identificaram uma anormalidade relacionada com a progressão da Esclerose Múltipla (EM) em imagens do cérebro de doentes, obtidas através de Ressonância Magnética (IRM), revela um estudo publicado na revista "Radiology".
 

 

A equipa liderada por Rohit Bakshi, professor assistente de Neurologia e Radiologia do Brigham and Women''s Hospital e da Harvard Medical School, EUA, reviu dados de 145 doentes com EM, incluindo 112 mulheres e 33 homens, dos quais 92 estavam na fase Recorrente Remissiva da doença e 49 Secundariamente Progressiva.
 

 

Os investigadores descobriram que as imagens dos cérebros dos pacientes com EM, obtidas por IRM, apresentam frequentemente áreas brilhantes denominadas lesões hiperintensas, também conhecidas por áreas de "redução de T1".
 

 

Decidiram então determinar se haveria relação entre a frequência e a localização dessas lesões e a progressão da doença, atrofia do cérebro e incapacidade em pacientes com EM. A análise descobriu 340 lesões T1 hiperintensas em 123 pacientes e também que as lesões são mais comuns em pacientes com EM Secundariamente Progressiva.
 

 

Por outro lado, 71% dos pacientes com EM Secundariamente Progressiva tinham múltiplas lesões T1 hiperintensas, que eram apresentadas por 46% dos pacientes com Recorrente Remissiva. O total de lesões T1 hiperintensas foi estreitamente relacionado com a incapacidade física, progressão da doença e atrofia cerebral.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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