Identificado novo agente de contraste para uso na ressonância magnética

Estudo da Universidade de Coimbra

08 julho 2008
  |  Partilhar:

Um novo composto susceptível de ser usado como agente de contraste na ressonância magnética, melhorando o diagnóstico, foi identificado pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
 

 

Coordenada pelo catedrático do Departamento de Bioquímica da FCTUC Carlos Geraldes, a investigação foi realizada no grupo de Espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra, em colaboração com grupos da Universidade de Aveiro e da Universidade Técnica de Delft (Holanda).
 

 

De acordo com o comunicado, o grupo de materiais da Universidade de Aveiro desenvolveu "uma família de materiais zeolíticos, denominados LnAV-9, constituídos por silicatos modificados de modo a conterem iões lantanídeos na sua estrutura que substituem os iões alumínio, que normalmente aparecem nessas estruturas microporosas, verificando-se a existência de propriedades ópticas interessantes para aplicações práticas".
 

 

Em paralelo, em Coimbra "estudaram-se os efeitos das propriedades paramagnéticas de nanopartículas desses materiais contendo os vários iões lantanídeos". Em colaboração com o grupo da Universidade Técnica de Delft, foi desenvolvida uma nova teoria que "permitiu explicar os resultados experimentais obtidos, incluindo o seu comportamento em campos magnéticos elevados".
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.