Identificadas variantes genéticas associadas à enxaqueca

Estudo da Universidade do Porto publicado nos “Archives of Neurology”

22 agosto 2010
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Investigadores da Universidade do Porto identificaram variantes genéticas responsáveis por um risco aumentado de enxaqueca na população portuguesa, divulgou, em comunicado de imprensa, o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS).

 

No estudo, publicado na revista científica “Archives of Neurology”, os cientistas avaliaram um grupo de 188 doentes com enxaqueca e um grupo de controlo, composto por 287 pessoas sem enxaqueca, com o objectivo de identificar variantes que pudessem explicar a maior susceptibilidade de certas famílias portuguesas à enxaqueca.

 

Neste contexto, foram encontradas duas variantes associadas a um risco aumentado de enxaqueca no grupo de doentes. Segundo a nota de imprensa, os cientistas referem que os resultados permitiram associar pela primeira vez o gene STX1A a uma maior propensão para a doença, bem como identificar uma nova variante neste gene que até agora não tinha sido associada à enxaqueca.

 

O gene STX1A é responsável pela produção da proteína sintaxina 1A, que regula a libertação de neurotransmissores no sistema nervoso central.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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