Hispânicas e judias com maior risco de Cancro da Mama

Estudo apresentado no JAMA

27 dezembro 2007
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As mulheres hispânicas e judias provenientes da Europa Central e Oriental têm maior risco de desenvolver Cancro da Mama, devido à probabilidade de herdarem uma mutação no gene BRCA1.
 

 

A investigação divulgada pelo “Journal of the American Medical Association” (JAMA) refere que cerca de 8,3% das judias que deu entrada no Northern California Cancer Center, em Fremont, EUA, tinha uma mutação no gene BRCA 1.
 

 

O artigo indica que com a mesma mutação deram entrada aproximadamente 3,5% de hispânicas e 2,2% de mulheres brancas não asquenazitas (nome dado aos judeus provenientes da Europa Central e Europa Oriental).
 

 

Muitas das mulheres que se apercebem ter este problema optam por medidas preventivas, nomeadamente Mastectomia.
 

 

O estudo teve por base a análise de dados de três mil pacientes oncológicos nos EUA, diagnosticados antes dos 65 anos, entre 1996 e 2005.
 

 

Segundo Esther John, do Northern California Cancer Center, os valores detectados em mulheres hispânicas podem ser explicados por eventuais antepassados desconhecidos entre a população asquenazita. O menor índice de mutação do BRCA 1 registou-se entre mulheres norte-americanas de origem asiática (0,5%) e as afro-americanas (1,3%). Outra das revelações do estudo aponta para que entre as mulheres diagnosticadas antes dos 35 anos, a mutação genética era mais frequente entre as negras (16,7%).
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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