Hiperactividade pode estar ligada a três variantes genéticas

Estudo divulgado na "Molecular Psychiatry"

16 abril 2007
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Uma equipa de cientistas alemães descobriu três variantes genéticas que predispõem os indivíduos para a síndrome da Hiperactividade, anunciou o Centro Nacional de Pesquisa sobre o Genoma (NGFN), em Bona, num trabalho publicado na revista "Molecular Psychiatry".
 

 

Um grupo de trabalho dirigido pelo Pedopsiquiatra Johannes Hebebrand efectuou pesquisas junto de 329 famílias no seio das quais pelo menos uma das crianças sofre de Transtorno de Deficit de Atenção (TDA), com ou sem Hiperactividade.
 

 

Os investigadores descobriram nomeadamente uma combinação de três modificações genéticas no gene transportador da dopamina, (uma pequena molécula que assegura a comunicação entre as células cerebrais que está estritamente ligada ao desenvolvimento deste transtorno).
 

 

As crianças que herdaram esta combinação nas duas cópias do gene têm 2,5 vezes mais probabilidades de sofrer de Hiperactividade, segundo os resultados do estudo. "Isto não significa obrigatoriamente que todas as pessoas que têm estas variantes genéticas venham a sofrer da doença", ressalvou Hebebrand.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

MNI- Médicos Na Internet

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