Gustavo Castelo Branco defende internacionalização da ciência
06 julho 2001
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Um cientista que produz investigação e não vê o seu trabalho reconhecido internacionalmente é como um pintor a quem ninguém compra quadros.
 

 

A observação foi feita por Gustavo Castelo Branco, galardoado com o Prémio Gulbenkian Ciência 2001, para quem o prestígio de um cientista tem de ser medido pelo impacto do seu trabalho na comunidade internacional.
 

 

O investigador do Centro de Física das Interacções Fundamentais do Instituto Superior Técnico defende também que se deveria aplicar em Portugal alguns dos métodos correntes lá fora, como a diferenciação dos salários dos professores catedráticos de acordo com a sua produção científica.
 

 

O investigador, que já passou por universidades como a de Bona (Alemanha), Genebra (Suíça), Carnegie-Mellon (Estados Unidos) e pelo Laboratório Europeu de Investigação Nuclear (CERN), lamenta que em Portugal só uma pequena minoria comece agora a valorizar a internacionalização da ciência.
 

 

Fonte: Lusa

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