Guerra do Golfo: Soldados em perigo de desenvolver cancro do pulmão
26 dezembro 2004
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Veteranos da Guerra do Golfo de 1991 expostos à inalação de substâncias químicas provenientes de poços de petróleo e outras fontes podem correr um risco acrescido de cancro do pulmão, adverte um relatório publicado na semana passada.O documento, do Instituto Médico das Academias Nacionais (que aconselha o governo norte-americano em matéria de política de saúde), não estabelece porém relações directas entre aquelas substâncias perigosas e as perturbações de que sofrem soldados que combateram na Guerra do Golfo, conhecidas por «Síndrome da Guerra do Golfo».O relatório baseia-se em dados fornecidos por estudos ambientais no sentido de que a exposição a essas substâncias pode comportar um risco acrescido de cancro do pulmão.Entre os gases em causa estão a gasolina dos veículos militares, os combustíveis usados no lançamento dos mísseis Scud e outras emissões químicas provenientes de perfurações petrolíferas e gases de escape.Os sintomas mais correntes são problemas neurológicos, dores de cabeça, depressões, estados de fraqueza, dores musculares e deficiências respiratórias. Um em cada sete militares (cerca de 100 dos 700 mil soldados) que participaram no conflito sentiram pelo menos um destes sintomas. Militares britânicos, franceses e canadianos apresentaram as mesmas queixas.Fonte: Lusa

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