Gripe A: Ordem dos Médicos crítica excesso de alarme

Opinião do Bastonário da Ordem dos Médicos

08 outubro 2009
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Na opinião do bastonário da Ordem dos Médicos, a resposta à gripe A pecou pelo "excesso de alarme e zelo" dado que esta é uma "doença banal e pouco letal".

 

Em declarações à agência Lusa, Pedro Nunes refere que a gripe A "foi uma oportunidade para criar algumas normas de educação cívica e até para implementar no terreno medidas de contenção para doenças eventualmente mais graves".

 

Em relação ao plano de vacinação contra o vírus H1N1, definido pelo Ministério da Saúde, o Bastonário revela que "está dentro do que era previsto" porque obedece a "consensos internacionais". "Não vale a pena lançar demasiado ruído sobre esses consensos. É evidente que há opiniões diversas, mas, de uma forma geral, tecnicamente são fundamentados" e Portugal tem de se "integrar na comunidade internacional", acrescenta Pedro Nunes.

 

A campanha de vacinação contra o vírus H1N1, que arranca no dia 26 de Outubro, vai contar com 49 mil vacinas, as quais serão administradas aos grupos prioritários, nomeadamente os profissionais de saúde considerados "dificilmente substituíveis" e as grávidas "no segundo e terceiro trimestre de gravidez e com patologias graves associadas". Outro grupo considerado prioritário é o dos profissionais que desempenhem "actividades essenciais", como funcionários de empresas que fornecem serviços de gás, electricidade, comunicações, segurança, saneamento e, também, os da comunicação social.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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