Gripe A faz disparar a venda de desinfectantes

DGS ainda não recomenda o seu uso

15 julho 2009
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Com o número de casos de gripe A sempre a aumentar, começam a aparecer as primeiras manifestações de medo dos portugueses. O receio decontrair a doença tem levado muitas pessoas a comprar produtos desinfectantes, o que já provocou rupturas de stocks e, em alguns locais, aumentos de vendas na ordem dos 300%.

 

No entanto, Cristina Costa, a chefe da Divisão de Segurança Clínica da Direcção-Geral da Saúde (DGS), explicou à agência Lusa que autilização de água e sabão na lavagem das mãos é "suficiente" na fase actual de pandemia da gripe A, devendo o uso de soluçõesanti-sépticas ficar reservado aos locais que prestam cuidados de saúde.

 

De acordo com as orientações da DGS, uma correcta lavagem das mãos “deve durar mais de 20 segundos". Cristina Costa adiantou que as mãos devem ser protegidas, pelo que os espirros devem ser dirigidos para os cotovelos ou para lenços de papel descartáveis.

 

Na opinião da especialista da DGS, as superfícies de contacto frequente, como os manípulos das portas ou corrimões, devem ser desinfectados com lixívia ou álcool. Contudo, Cristina Costa confessa que poderão ser necessários outros cuidados "se as coisas se complicarem".

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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