Gravidez: Interrupção voluntária não aumenta risco de depressão

Doença é mais comum em mulheres que tiveram filhos indesejados

20 novembro 2005
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Não existem provas científicas credíveis de que as mulheres que interrompem voluntariamente uma primeira gravidez tenham um risco mais elevado de depressão, defendem investigadores ingleses no British Medical Journal.
 

 

Ao contrário do que sugeria um recente estudo norte-americano, o aborto parece não ser um factor major desencadeante de estados depressivos. Pelo contrário, as mulheres que optaram por levar até ao fim uma gravidez não desejada apresentavam taxas de depressão mais elevadas do que as que interromperam a gravidez.
 

 

MNI-Médicos Na Internet
 

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