Grávidas correm risco superior de complicações se contraírem gripe A

Estudo publicado na revista “Lancet”

30 julho 2009
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As grávidas infectadas com o vírus da gripe A (H1N1) correm um risco quatro vezes superior ao das outras pessoas de serem hospitalizadas, de acordo com um estudo norte-americano publicado esta quarta-feira na revista “Lancet”.

 

O estudo, conduzido por cientistas dos Centers for Disease Control and Prevention dos EUA, salienta que, apesar de as mulheres grávidas não serem mais susceptíveis de contrair o vírus, depois de infectadas elas correm um risco mais elevado de complicações.

 

Neste trabalho, foram analisados os primeiros 34 casos surgidos em grávidas no país, incluindo os seis que resultaram em mortes, entre Abril e meados de Junho.

 

Como conclusão, os cientistas recomendam que as grávidas suspeitas de terem contraído o vírus devem ser tratadas com o fármaco antiviral Oseltamivir o mais rapidamente possível, mesmo antes de as análises confirmarem o diagnóstico de gripe, e recomendam que elas estejam entre os primeiros grupos a receber a vacina.

 

Neste sentido, a Direcção-Geral da Saúde (DGS) emitiu uma circular em que reafirma que as grávidas constituem “um grupo de risco” para a gripe A, aconselhando a que para estas se proceda a um início precoce da profilaxia e do tratamento.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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