Grande parte das cirurgias foi feita com atraso

Relatório sobre o Acesso aos Cuidados de Saúde no SNS

09 setembro 2010
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Cerca de 40% das cirurgias realizadas nos hospitais públicos não cumprem os tempos de espera definidos, segundo um relatório sobre o “Acesso aos Cuidados de Saúde no Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, citado pelo “Diário Económico”.

 

Na edição de sábado, o “Diário Económico” adianta que este incumprimento se destaca nos casos das cirurgias com prioridade de "nível 3", ou seja, aquelas que se deveriam realizar até 15 dias após a indicação clínica.

 

Em relação às primeiras consultas de especialidade "prioritárias" e "muito prioritárias" (pelas quais os doentes não devem esperar mais de 30 a 60 dias), os doentes esperaram além do prazo estabelecido em mais de 60% dos casos.

 

O mesmo jornal assinala que 38% dos centros de saúde, 67% dos hospitais e 33% das unidades locais de saúde nem sequer chegaram a definir os tempos máximos de resposta garantidos. Deste modo, as conclusões do relatório ficam limitadas pela inexistência de "instrumentos de medida" que permitam calcular os tempos de espera, conclui o próprio documento. Salienta a mesma publicação que apenas 28% das unidades de saúde disseram ter esta informação actualizada e disponível.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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