Governo britânico proíbe venda de esperma não congelado via Internet

Novas regras em 2007

04 setembro 2006
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O Governo britânico vai proibir a venda de esperma não congelado de doadores anónimos através da Internet, de forma a reforçar o controlo de possíveis infecções ou doenças.O Ministério da Saúde britânico anunciou na semana passada novas regras que obrigam os doadores a congelar as amostras de esperma durante um período de seis meses, o que irá permitir detectar possíveis infecções ou doenças, incluindo o Vírus da Sida.Com a introdução das novas regras, que devem entrar em vigor durante o próximo ano, os doadores pretendem o direito ao anonimato.Uma fonte do Ministério afirmou à imprensa inglesa que todos os doadores on-line terão agora que garantir que o esperma foi submetido a análises clínicas durante um período de seis meses, o mesmo procedimento que é realizado por clínicas de fertilidade e bancos de recolha.A mesma fonte acrescentou que, actualmente, os doadores on-line chegam a cobrar cerca de 3 mil euros por amostra e que este serviço é muito utilizado por mulheres solteiras e lésbicas.Fontes: Lusa e Imprensa InternacionalMNI-Médicos Na Internet

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