Ginecologistas relativizam riscos da terapia hormonal
06 dezembro 2003
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A Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG) relativizou na semana passada os riscos da Terapêutica Hormonal de Substituição (THS) recomendada às mulheres após a menopausa. A posição deste organismo surge após o  Infarmed ter anunciado na véspera que não deve ser recomendado este tratamento na prevenção da osteoporose, uma vez que acarreta mais ricos do que benefícios. De acordo com a SPG, os riscos desta terapêutica no combate aos sintomas da menopausa são negligenciáveis desde que seja usada a partir dos 50 anos. Só nos tratamentos de longa duração – por mais de dez anos e em mulheres com mais de 60 anos – é que os riscos podem ser superiores aos benefícios, frisa esta entidade. Adverte ainda que apenas nestas circunstâncias é que é provável que a THS possa conduzir a um aumento de incidência de cancro da mama e de problemas cardiovasculares. Não obstante, subscreve as recomendações do Infarmed, afirmando que este tratamento não deve ser generalizado a outras doenças, nomeadamente à osteoporose, recomendando, neste sentido, a prescrição de terapêuticas com estrogeneos ou estrogeneos e progesterona, associada ao exercício físico e uma dieta equilibrada em cálcio.  Fonte: Diário Digital

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