Genética explica maior tendência para a depressão nas mulheres

Estudo publicado no American Journal of Psychiatry

12 janeiro 2006
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Aparentemente, a genética tem um maior impacto nas mulheres do que nos homens, isto no que diz respeito ao risco de desenvolver depressão severa, segundo um novo estudo publicado no "American Journal of Psychiatry".De acordo com o líder da investigação, Kenneth S. Kendler, da Medical School of Virginia Commonwealth University, a ideia de desenvolver o trabalho partiu dos resultados de estudos anteriores. “Mas tendo em conta duas diferenças genéticas entre homens e mulheres: uma quantitativa, se o papel geral da genética difere do papel do meio ambiente; e uma outra qualitativa, se os genes actuantes são realmente os mesmos em ambos os sexos".A equipa liderada por Kendler analisou dados (do Registo Sueco de Gémeos) de mais de 42 mil gémeos que tiveram depressão severa - 15,493 eram gémeos idênticos. Os cientistas identificaram que "o factor de hereditariedade responsável especificamente pela depressão era significativamente mais forte nas mulheres (42%) do que nos homens (29%)", e que os genes que causam a depressão são correspondentes, porém não são idênticos entre os sexos. "Em média, o efeito dos genes parece ser substancialmente mais importante nas mulheres do que nos homens", acrescentou Kendler. MNI-Médicos Na Internet

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