Gastos com insónia podem custar 1% do PIB

Estudo publicado na revista “Sleep”

12 janeiro 2009
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Os custos directos e indirectos da insónia frequente podem representar 1% do PIB (Produto Interno Bruto) de um país, refere um estudo publicado na revista "Sleep".
 

 

Investigadores canadianos avaliaram questionários sobre os hábitos de sono de 948 habitantes da região do Quebeque.
 

 

Do total, 52% dos participantes foram considerados sem problemas de sono, 32% apresentavam algumas dificuldades de sono e 15% reuniam todos os critérios de diagnóstico para insónia.
 

 

Os critérios usados no estudo para caracterizaram a insónia consistiam no facto de a pessoa apresentar dificuldades em adormecer ou manter o sono mais de três vezes por semana durante, pelo menos, um mês.
 

 

O estudo concluiu que o problema da insónia gerava gastos na sociedade na ordem dos 6,5 biliões de dólares, sendo que mais de três quartos desse total são atribuíveis a custos indirectos, nomeadamente faltas ao trabalho e redução da produtividade. A restante fatia, referente aos custos directos, integra gastos com consultas médicas, transporte para o local de atendimento médico, medicamentos e outros métodos usados pelos pacientes para combater a insónia, tais como o consumo de álcool.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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