Gastos com a saúde sobem nos países da OCDE

Novas tecnologias fizeram disparar os preços

19 outubro 2003
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Os gastos com cuidados de saúde têm vindo a aumentar na maioria dos países da Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento (OCDE), obrigando os governos a encontrarem novas formas de financiamento ou a passar parte das custas para os utentes. Em 2000 e 2001, as despesas com a saúde subiram quatro por cento por ano nos países da OCDE, enquanto o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi, no mesmo período, de 2,3 por cento.Nos Estados_Unidos, no Canadá e na Finlândia, a percentagem de PIB gasto na saúde cresceu dramaticamente durante aqueles dois anos, depois de ter estabilizado ao longo da década de 90. Em Portugal, verificou-se igual tendência: a percentagem do PIB gasto em saúde foi de 6,2 por cento per capita, valor que atingiu os 9 e os 9,2 por cento, em 2000 e 2001, respectivamente.Segundo a OCDE, a difusão de novas tecnologias e drogas justificam os maiores gastos com a saúde. Durante os últimos 20 anos, a maioria dos países da OCDE adquiram novas tecnologias para diagnóstico, como a tomografias computorizadas e ressonâncias magnéticas, técnica que aumentou particularmente nos últimos dez anos, especialmente na Suíça, na Áustria, na Islândia e na Finlândia. A evolução de alguns procedimento cirúrgicos explica também o aumento de despesas nos últimos anos.Fonte: Jornal de Notícias

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