Fungo comum em Portugal ajuda a compreender morte celular

Estudo publicado no “Journal of Biological Chemistry”

22 julho 2008
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O “Neurospora crassa”, um fungo filamentoso da família das trufas e comum em Portugal, serviu de modelo a investigadores do Porto para estudar os mecanismos da apoptose (morte celular programada), com interesse para um melhor conhecimento do cancro ou das doenças do envelhecimento.
 

 

O estudo, publicado pelo “Journal of Biological Chemistry”, refere que este fungo não patogénico surge no pão e nos solos, a seguir aos incêndios.
 

 

A equipa, liderada por Arnaldo Videira - investigador do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) e professor catedrático de Genética Molecular no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto -, descobriu que uma estirpe mutante deste fungo é mais resistente do que a estirpe selvagem à fitoesfingosina, um fármaco que induz a apoptose.
 

 

"O estudo descreve pela primeira vez esse processo e o papel que nele desempenham as mitocôndrias, que são organelos responsáveis pela produção de energia nas células", explicou à agência Lusa, Ana Castro, também investigadora do IBMC e docente de Biologia Molecular na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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