Frequência cardíaca influencia complicações da doença coronária

Estudo apresentado no congresso da European Society of Cardiology

31 agosto 2008
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Uma pulsação acima dos 70 batimentos por minuto (bpm) aumenta em 39% o risco de enfarte do miocárdio nos doentes coronários, indica um estudo apresentado no congresso da European Society of Cardiology, a decorrer em Munique.
 

 

O estudo, denominado “Beautiful”, envolveu 11 mil doentes de 33 países, entre os quais 60 portugueses. Em estudo estiveram doentes coronários com má função ventricular esquerda, que pode ser consequência de enfarte.
 

 

Segundo os investigadores, até ao momento "nunca se tinha mostrado, de modo prospectivo, que a frequência cardíaca influencia as complicações da doença coronária".
 

 

Na investigação verificou-se que com a pulsação acima dos 70 bpm, os pacientes incorrem num risco 34% superior de morte, 46% de enfarte do miocárdio, 56% de insuficiência cardíaca e 38% de serem submetidos a revascularização.
 

 

Os pacientes receberam um acréscimo de mais uma substância activa (ivabradine) à medicação estabelecida para o problema de saúde. Através do controlo da pulsação pela medicação, o estudo demonstrou uma baixa do risco de enfarte em 36% e de revascularização em 30%.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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