Franceses são os amantes mais activos do mundo

Marca de preservativos apresenta novos dados de sondagem

02 novembro 2004
  |  Partilhar:

 Se o francês é conhecida pela língua do amor, neste capítulo, os franceses não deixam os créditos por mãos alheiras...ou não tivessem sido eles a inventar o beijo à francesa.    A França conquistou a posição de país mais sexual do mundo, de acordo com uma pesquisa global sobre sexo publicada recentemente. A sondagem com mais de 350 mil pessoas foi feita por um reputado fabricante de preservativos. A empresa descobriu que à volta do mundo, as pessoas fazem sexo 103 vezes por ano, em média, mas que os franceses justificam a sua reputação de bons amantes, com uma média de 137 vezes. Gregos e húngaros apareceram logo atrás, com médias de 133 e 131 vezes por ano. Os países asiáticos ocuparam os últimos lugares da tabela do amor. Os japoneses fazem sexo somente 46 vezes por ano e os moradores de Hong Kong e Singapura, 79 vezes. «Foi uma pesquisa pela Internet, as pessoas puderam ser muito sinceras sobre as suas vidas sexuais - possivelmente até mais do que com os seus parceiros», observou Rosie Lodge, porta-voz da empresa. «Os resultados mostram a grande variedade de experiência sexual e atitudes no mundo, e o alto número de participantes...mostra que as pessoas estão cada vez mais dispostas a falar sobre sexo e sobre o que gostam ou não gostam». Os britânicos lideram o ranking quando se trata de tempo dedicado aos preliminares, com uma média de 22,5 minutos, em relação à média global de 19,7 minutos. Os amantes mais rápidos são os tailandeses, com apenas 11,5 minutos de preliminares. Mas, apesar da atenção aos preliminares, os britânicos estão entre os menos satisfeitos com as suas experiências sexuais: um terço deles afirmaram fingir um orgasmo no último ano. Os macedónios são os mais satisfeitos. Apenas 13 por cento disseram ter fingido um orgasmo. Segundo o estudo de mercado, metade dos participantes preocupa-se mais com o HIV/sida do que com outras doenças sexualmente transmissíveis. Mas um índice preocupante – 35 por cento - dos participantes da pesquisa admitiu ter feito sexo sem protecção mesmo desconhecendo o histórico sexual do parceiro. A maior probabilidade de não adoptar medidas de prevenção está entre os dinamarqueses e suecos, ambos com 64, seguidos pelos japoneses, noruegueses e sul-africanos - todos com 58 por cento. Quando se trata de apimentar a vida sexual, a pornografia surgiu como a ferramenta mais popular, sendo a escolha de um terço dos participantes. Traduzido e adaptado por:Paula Pedro MartinsJornalistaMNI-Médicos Na Internet

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.