França recusa teste de ADN a restos mortais de Napoleão Bonaparte

Corpo enterrado em Paris pode não ser o do imperador, diz historiador

18 agosto 2002
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A vida e a morte de Napoleão Bonaparte, debatida e dissecada há décadas, conta agora com mais uma acha, lançada por um historiador francês que afirma que o corpo enterrado em Paris pode não ser o do imperador da França.
 

 

Procurando uma prova conclusiva, Bruno Roy-Henri trava actualmente uma batalha feroz com o governo francês para obter um teste de ADN do corpo depositado na basílica de "Les Invalides", o que lhe tem sido negado até agora pelo Ministério da Defesa.
 

 

A teoria que, acredita, seria comprovada pelo teste é a de que os britânicos terão removido os restos de Napoleão antes de o seu caixão ser devolvido à França, em 1840, e de que o corpo diariamente visitado por milhares de turistas é, afinal, de outro homem.
 

 

O historiador escreveu em Julho ao ministro da Defesa francês a solicitar a realização de um teste de ADN a um cabelo de Napoleão, que foi retirado antes de o corpo chegar a Paris e que está em exibição permanente no Museu do Exército parisiense desde 1936.
 

 

A resposta, recebida por carta a 21 de Julho, argumenta que o ministro da Defesa entende não existirem suficientes evidências de que o corpo possa não ser o de Napoleão para autorizar o teste.
 

 

Fonte: Lusa
 

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