Filhos de mulheres que tomaram talidomida indemnizados

Presidente do Brasil aprova pagamento

19 janeiro 2010
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Um diploma que contempla o pagamento de indemnizações aos deficientes filhos de mulheres que tenham tomado talidomida durante a gravidez foi aprovado pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.

 

De acordo com a notícia avançada pela agência Lusa, o medicamento receitado nas décadas de 1950 e 1960 para tratamento de náuseas das grávidas, que se veio a saber depois tinha efeitos secundários graves na formação do feto, fez já 277 vítimas.

 

As indemnizações que irão ser pagas pelo Estado brasileiro atingem os 34,5 milhões de reais (cerca de 13,5 milhões de euros) e serão distribuídas a título de pensão extraordinária e não transmissível.

 

Por seu turno, o governo britânico também fez um pedido público de desculpas às vítimas da talidomida e confirmou que 22 milhões de euros seriam disponibilizados para o pagamento de indemnizações.

 

A talidomida, que foi retirada em 1962 da lista internacional de medicamentos, quando já tinham sido notificados mais de 10 mil casos de bebés com defeitos congénitos em todo o mundo.

 

A maior parte das vítimas nasceu sem braços e sem pernas ou sem um dos membros e muitos têm ainda problemas de audição e visão.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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