Fibrose Quística: Despiste em recém-nascidos reduz custos de tratamentos posteriores

Estudo publicado no “The Lancet”

10 abril 2007
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As análises para diagnosticar a Fibrose Quística nos recém-nascidos, uma doença crónica e hereditária que leva a que certas glândulas produzam secreções anormais, reduzem os custos dos tratamentos posteriores, segundo um estudo britânico publicado na revista científica “The Lancet”.
 

 

O estudo aconselha ainda para que esta prática preventiva seja adoptada à comunidade sanitária internacional.
 

 

Os investigadores das universidades de East Anglia (Reino Unido) e de Dundee (Escócia) analisaram os historiais de vários doentes britânicos com Fibrose Quística, em 2002, tendo comparado os custos dos tratamentos de 184 crianças na faixa etária dos um aos nove anos - aos quais esta doença foi detectada desde a nascença - com 950 crianças das mesma idade, aos quais a doença lhes foi detectada posteriormente.
 

 

A comparação dos dados mostrou que o tratamento das crianças a quem a doença tinha sido diagnosticada posteriormente, custou entre 60 a 400% mais do que às outras crianças. De acordo com os cientistas, o diagnóstico nos primeiros dias de vida do recém-nascido permite reduzir o número de doentes de Fibrose Quística, que se tenham de submeter a uma intervenção cirúrgica.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

MNI- Médicos na Internet

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