Farmacêuticos rejeitam reconhecimento geral das medicinas alternativas
06 maio 2001
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A Ordem dos Farmacêuticos não concorda com o reconhecimento generalizado das medicinas alternativas e vai propor, amanhã, à Comissão parlamentar de Saúde o tratamento individualizado de cada medicina não convencional.
 

 

Baseando-se em pareceres da Organização Mundial de Saúde, do Parlamento Europeu e da Comissão Europeia, a Ordem dos Farmacêuticos defende uma posição cautelosa em relação à generalidade das medicinas alternativas.
 

 

A organização considera que os projectos de lei sobre as medicinas não convencionais englobam realidades distintas e procedem ao seu reconhecimento antes da realização de estudos de investigação e avaliação da segurança, qualidade e eficácia.
 

 

Os projectos de lei do PS e Bloco de Esquerda propõem o reconhecimento abstracto e geral das medicinas não convencionais e remetem para fase posterior a investigação e avaliação da qualidade e eficácia, o que é condenável segundo a Ordem.
 

 

Desde meados de Abril, a Comissão parlamentar de Saúde tem agendado audiências no âmbito da discussão na especialidade dos projectos de regulamentação das medicinas não convencionais.
 

 

Fonte: Lusa

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