Faltam estudos epidemiológicos em Portugal

Declarações do presidente da Associação de Médicos Portugueses da Indústria Farmacêutica

25 abril 2006
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A associação de médicos que exercem na indústria farmacêutica alertou, na semana passada, para a falta de legislação sobre estudos de prevalência de doenças em Portugal o que, acusa, obriga a uma extrapolação de dados europeus ou norte-americanos, "nem sempre correctos".
 

 

Luís Laranjeira, que tomou posse como presidente da Associação de Médicos Portugueses da Indústria Farmacêutica (AMPIF), considerou que o conhecimento da realidade nacional através destes dados "contribui, nomeadamente, para a definição de políticas de saúde".
 

 

A existência de dados epidemiológicos, que indicam a prevalência de doenças, auxilia também na "avaliação da qualidade de vida dos doentes e na própria decisão sobre comparticipar ou não medicamentos", explicitou o especialista.
 

 

O hiato legal português resulta, segundo o presidente da AMPIF, deste aspecto não ter sido incluído na legislação nacional aquando da transposição para o direito português da directiva relativa aos ensaios clínicos, em Agosto de 2004. Apesar do vazio legal, Luís laranjeira adiantou que em Portugal são realizados estudos epidemiológicos, seja pelas universidades, seja pelas empresas farmacêuticas, "com grandes dificuldades".
 

 

Fonte: Lusa
 

MNI- Médicos na Internet
 

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