Faltam contraceptivos nos centros de saúde

Comentário do director da Associação para o Planeamento Familiar

13 setembro 2007
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A Associação para o Planeamento da Família aconselhou o Ministério da Saúde a assegurar a existência de contraceptivos nos centros de saúde em quantidade suficiente, uma vez que os stocks entram frequentemente em ruptura.
 

 

"Os stocks de contraceptivos entram muitas vezes em ruptura. Apesar de a pílula receitada pelo médico ser bastante barata, os preservativos quando não são adquiridos nos centros de saúde são caros", comentou o director executivo da Associação para o Planeamento Familiar (APF), Duarte Vilar.
 

 

A APF reagia assim a declarações do ministro da Saúde, Correia de Campos, que terça-feira no Parlamento assumiu que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) falha no Planeamento Familiar e prometeu anunciar novas medidas durante o debate sobre o Orçamento do Estado.
 

 

Apesar de considerar que houve muitos avanços em Portugal nas últimas três décadas, a associação quer ainda que os serviços de saúde tenham programas de saúde reprodutiva específicos para jovens e para comunidades imigrantes.
 

 

Duarte Vilar realçou também que existe um peso excessivo na contracepção da mulher, daí que considere necessário incrementar a utilização de contraceptivos entre os homens. O especialista também referiu a necessidade de melhorar a informação à população geral no que respeita às possíveis falhas no uso de contraceptivos.
 

 

Fontes: Público e Lusa
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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