Faltam apoios para os idosos após a alta

Alerta da Associação Portuguesa de Enfermagem Gerontogeriátrica

11 março 2010
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Após a alta hospitalar de idosos, as famílias deveriam ser mais apoiadas, sobretudo por visitas domiciliárias, defende Nuno Lucas, presidente da Associação Portuguesa de Enfermagem Gerontogeriátrica (APEG).

 

O responsável admite já existirem “algumas soluções, nomeadamente ao nível da rede nacional de cuidados continuados integrados”, mas afirma que essas soluções “ainda estão muito no início”.

 

Em entrevista à agência Lusa, Nuno Lucas sugere que as soluções passem por parcerias entre instituições sem fins lucrativos e o Ministério da Saúde e que possam “complementar as respostas actuais”.

 

Outra das “grandes preocupações” da APEG é a “família” e a necessidade de os projectos a englobarem, já que muitas vezes quando os familiares recebem um idoso dependente “não sabem muito bem lidar com a nova situação”. “Por isso, uma das principais funções do enfermeiro poderá ser ajudar os familiares a adaptarem-se: a saber quais as alterações que vão surgir e o que podem aprender de novo para terem qualidade de vida”, refere, lembrando que “a qualidade de vida de toda a família é afectada quando se tem um idoso dependente”.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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