Falta enquadramento legal em Telemedicina

Alerta director de escola Superior de Saúde de Aveiro

18 março 2008
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O director da Escola Superior de Saúde de Aveiro, Nelson Rocha, lamentou as dificuldades criadas aos profissionais de saúde, por causa da falta de enquadramento legal, quando utilizam a telemedicina.
 

 

Falando à margem das IV Jornadas Técnicas de Imagiologia, organizadas por aquela escola da Universidade de Aveiro, Nelson Rocha salientou que a disseminação das práticas de telemedicina no Serviço Nacional de Saúde (SNS) esbarra na ausência de regulamentação. "Temos hoje tecnologia disponível, robusta e fiável, havendo motivação dos profissionais de Saúde, que estão preparados para a utilizar, mas constata-se que quem envereda por esse caminho tem dificuldades", disse em declarações à agência Lusa.
 

 

O professor deu como exemplo a teleconsulta, que deveria ser paga, mas devido à falta de regulamentação não pode ser debitada pelas unidades de saúde que a prestam. O resultado, frisou, é que as unidades de saúde preferem afectar os recursos a meios mais tradicionais, para não terem de suportar os custos.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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