Falta dinheiro para combater a Sida

XXI conferência arrancou no Quénia

21 setembro 2003
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Faltam braços para trabalhar nos campos, professores para ensinar nas escolas, médicos e enfermeiros para tratar os doentes nos hospitais... No continente africano, 30 milhões de pessoas estão infectadas com o HIV e 15 milhões já morreram com sida. A epidemia é devastadora para a economia dos países africanos e, afirmam os especialistas, arrasta consigo o germe da instabilidade e dos conflitos sociais. Para que haja sucesso no combate àquela que é considerada uma «ameaça global», o investimento terá de duplicar nos próximos dois anos.
 

 

Um relatório ontem divulgado, no dia em que arrancou, em Nairobi, no Quénia, a XXI Conferência sobre Sida e Doenças Sexualmente Transmissíveis em África, revela que o financiamento da prevenção e tratamento está muito aquém das necessidades: apesar do investimento nacional, privado e internacional ter aumentado nos últimos anos, os fundos que, calcula-se, vão estar disponíveis no continente em 2005 representam apenas metade do que efectivamente será necessário para lutar com eficácia contra a epidemia.
 

 

Leia tudo no: Público
 

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