Falta de vitamina D nas crianças

Estudo publicado na Acta Pediátrica Portuguesa

10 dezembro 2009
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Um pequeno estudo, realizado com 45 crianças, utentes de uma clínica privada do Grande Porto, revelou que mais de um quarto sofre de carência de vitamina D. O trabalho foi publicado na Acta Pediátrica Portuguesa, revista da Sociedade Portuguesa de Pediatria.

 

O estudo, conduzido pelo pediatra José Manuel Tojal Monteiro, analisou crianças com idades entre os dois anos e meio e os 16 anos. Nenhuma das crianças que participou no estudo recebeu suplemento farmacológico de vitamina D, depois do primeiro ano de vida.

 

Destas 45 crianças, nove (20%) tinham um nível de vitamina D ideal, 24 (53%) tinham um nível suficiente, seis (13%) apresentavam insuficiência relativa e outros seis (13%), deficiência de vitamina D.

 

A investigação encontrou carência de vitamina D em 26% da população estudada e constatou que 80% não atingiam os níveis ideais.

 

Na introdução do estudo, o investigador refere que “como a vida se faz cada vez mais ao abrigo da luz solar, incluindo a generalização de filtros solares que diminuem a síntese, será de esperar carência de vitamina D, com consequências para além da saúde óssea”.

 

A acrescentar às patologias ósseas, a carência de vitamina D no organismo pode conduzir a doenças como neoplasias, diabetes, doenças imunológicas, inflamatórias intestinais, cardiovasculares, periodontais, asma e psoríase, adiantou o especialista, citado pela agência Lusa.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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